terça-feira, 7 de julho de 2009

Encontre o seu Zahir


Uma lição de vida - foi a melhor classificação que encontrei para este livro. Nele aprendemos que por comodismo deixamos de viver, sonhar e amar. Sempre adiamos para o "amanhã" aquela conversa com a pessoa que amada, ou uma decisão a ser tomada, e acabamos perdendo a oportunidade de sermos felizes.

Através da saga de Esther, que tenta fazer com que seu marido descubra a essência da vida, ela torna-se para o seu Zahir (segundo a tradição islâmica, alguém que domina completamente o pensamento).

A história de "O Zahir" alterna entra a ficção com a própria vida do autor, muitos dizem que é sua auto-biografia, mas ele não nega nem assume tais boatos.

O livro fala sobre o amor, mas não o amor dos romances literários típicos, como vimos na história de "Romeu & Julieta", e sim do amor em essência no qual cada dia é um novo dia, um aprendizado contínuo, que você tem que esquecer da sua história passada para trilhar um novo fututo.

Logo na dedicatória Paulo Coelho faz uma dedicatória linda e emocionante para sua esposa: "Em seguida veio a neve. Parei, e fiquei contemplando aquele momento: os flocos caindo, o céu cinza, a foresta, ela ao meu lado. Ela, que sempre esteve ao meu lado, todo o tempo.
Tive vontade de dizer naquela horas, mas deixei para que soubesse apenas quando folheasse pela primeira vez estas páginas. Este livro é dedicado a você, Christina, minha mulher."

"E no final das contas, como diz um sábio persa, o amor é uma doença da qual ninguém quer livrar-se. Quem foi atacado por ela não procura restabelecer-se, e quem sofre não deseja ser curado."

Com esta passagem eu termino desejando que cada um encontre seu Zahir interior e se livre para ser feliz!

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